
Neste blog post, você vai entender como a luz solar é convertida em energia elétrica.
O Brasil é um grande produtor de energia hidrelétrica e, normalmente, no noticiário, estamos acostumados a ver a falta de chuva como a principal causa do aumento do preço da energia.
Também estamos habituados à geração de energia hidrelétrica ou termelétrica, os meios mais comuns de produção de energia. Por isso, é natural se questionar: como a energia solar gera energia elétrica?
Hoje, porém, a energia solar é a forma de geração de energia que mais cresce no país.
A geração de energia solar acontece por meio de placas solares, com recursos e tecnologias diferentes daqueles aos quais estamos acostumados. Por conta disso, além da dúvida sobre como a energia solar gera eletricidade, também é comum surgirem perguntas sobre:
Neste texto, vamos responder a essas três questões.
Tudo pronto para um mergulho na parte técnica de como a energia solar funciona?
O primeiro passo para responder essa pergunta é entender, de forma geral, como funciona a geração de energia elétrica.
De forma simples: a energia elétrica é gerada a partir da coleta da energia que os recursos naturais já possuem.
Já a energia solar transforma a radiação solar (fótons) em energia elétrica por meio das placas fotovoltaicas.
Vamos entender isso melhor 👇
Muita gente acredita que as placas fotovoltaicas transformam o calor do sol em energia.
Mas não é bem assim.
Na verdade, elas transformam a luz do sol em energia elétrica.
As placas fotovoltaicas são formadas por células de silício ligadas em série, para maximizar a geração de energia.
Esse processo é chamado de dopagem do silício.
Quando a luz solar incide sobre a placa, seus fótons estimulam o movimento dos elétrons entre os polos positivo e negativo, gerando uma corrente elétrica. Esse é o processo da geração de energia solar fotovoltaica.
Os painéis fotovoltaicos geram energia em corrente contínua (CC), onde os elétrons fluem sempre do polo positivo para o negativo.
Já nas residências e comércios, a energia utilizada é em corrente alternada (CA), na qual os elétrons se movimentam alternadamente.
Para transformar a energia de corrente contínua em corrente alternada, são utilizados os inversores de energia.
Existem vários modelos de painéis no mercado, com diferentes quantidades de células, como:
Quanto maior o número de células, maior a capacidade de geração de energia.
A produção de energia depende de:
A potência das placas pode variar de:
Um painel solar de 400 Watt-pico pode produzir, em média, 52 kWh por mês, considerando boas condições de sol e uma instalação adequada.
Para comparar:
Um estudo da UFSC aponta que um lar brasileiro consome, em média, 152 kWh por mês.
A geração de energia também depende do dimensionamento da usina.
Vamos a um exemplo prático:
Imagine o Sr. Geraldo, que possui uma usina em sua chácara com:
Essa usina gera cerca de 2.200 kWh por mês, o suficiente para:
O Sr. Geraldo aluga sua usina para a FIT Energia, permitindo que esses excedentes sejam usados pelos associados, gerando economia direta na conta de luz.
Com a geração distribuída, mais pessoas podem ter acesso às energias renováveis. No caso da energia solar, o espaço para instalação é um fator importante.
As placas mais utilizadas hoje têm 144 células e medem aproximadamente:
Para atender uma residência com consumo médio de 152 kWh/mês, seriam necessárias, pelo menos, 3 placas solares desse tipo.
A maioria das casas possui esse espaço no telhado. Já quem mora em apartamento normalmente não tem um telhado próprio, o que dificulta a geração da própria energia.
Para comércios, a geração própria de energia também enfrenta desafios, como:
É para essas pessoas que a geração compartilhada existe:
para quem precisa economizar, mas não pode ou não quer montar a própria usina.
E é exatamente isso que a FIT Energia oferece:
Faça seu cadastro no site: fitenergia.com.br e comece hoje mesmo a pagar menos na sua conta de energia através da energia solar compartilhada.
Até o próximo texto.
A FIT ajuda residências e empresas a reduzir custos com energia solar e eficiência energética.
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