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Entenda mais sobre como está acontecendo a transição energética no Brasil e no mundo.
A transição energética no Brasil já é uma realidade. Mas, como o próprio nome indica, trata-se de um processo em andamento, que pode ter sucesso ou fracassar. Tudo depende das escolhas que fazemos hoje, como sociedade, empresas e consumidores.
O mundo mudou. As mudanças climáticas já provocam impactos reais na vida dos brasileiros em praticamente todo o território nacional. Enchentes, deslizamentos, secas prolongadas e outros eventos climáticos extremos se tornaram cada vez mais frequentes.
Além dos impactos ambientais, essas mudanças também trazem consequências econômicas importantes, afetando a produção, o abastecimento de energia e os custos para empresas e famílias.
Diante desse cenário, os desafios ambientais se tornaram urgentes, no Brasil e no mundo. A boa notícia é que hoje temos **conscientização e tecnologias que permitem acelerar a transição energética.
Mas afinal, como esse processo está acontecendo no Brasil?
É sobre isso que vamos falar neste conteúdo.
A transição energética recebe esse nome porque representa uma mudança gradual do modelo de geração e consumo de energia.
Em outras palavras, estamos saindo de um sistema energético tradicional para um modelo mais sustentável, diversificado e resiliente.
Hoje, ainda estamos mais próximos do início dessa jornada do que do seu estágio ideal, um cenário em que a geração e o consumo de energia estejam totalmente alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
Mesmo assim, os avanços nas últimas décadas foram significativos.
Há cerca de 20 anos, ainda discutíamos questões básicas sobre energia renovável no Brasil:
Desde então, o setor evoluiu muito. Hoje, já conseguimos observar avanços concretos na transição energética em duas frentes principais: residências e negócios.
No ambiente residencial, um dos principais impulsionadores da transição energética é a energia solar fotovoltaica.
Atualmente, existem diversas linhas de financiamento voltadas exclusivamente para a compra de sistemas de geração solar, o que facilita o acesso da população a essa tecnologia.
As placas solares permitem que as casas gerem sua própria energia, reduzindo significativamente o valor da conta de luz.
Além disso, quando a produção de energia é maior que o consumo, o excedente é enviado para a rede elétrica da concessionária e transformado em créditos de energia (kWh).
Outro setor fundamental para acelerar a transição energética no Brasil é o empresarial.
Segundo dados do Monitor Mercantil, existem atualmente mais de 20 milhões de empresas em funcionamento no país, o que representa cerca de 10% da população brasileira.
Mesmo sendo uma parcela menor da população, o consumo de energia elétrica das empresas é bastante relevante. Em 2021, por exemplo, o consumo do setor empresarial foi de aproximadamente 8 GWh, enquanto o consumo residencial foi de cerca de 13 GWh.
Esse cenário mostra o quanto a adoção de práticas sustentáveis no ambiente corporativo pode gerar impacto positivo na matriz energética do país.
Assim como acontece nas residências, muitas empresas e comércios estão adotando energias renováveis por meio da geração distribuída, um modelo regulada pela ANEEL, que permite a consumidores (físicos ou jurídicos) unirem-se via consórcio, cooperativa ou condomínio.
Esse modelo vem ganhando popularidade por permitir que empresas reduzam seus custos com energia sem precisar investir diretamente em infraestrutura própria.
Para entender a transição energética no Brasil, também precisamos analisar como a energia é gerada atualmente no país.
E nesse aspecto o Brasil tem uma grande vantagem: a matriz energética brasileira já é uma das mais renováveis do mundo.
Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), aproximadamente 86% da energia gerada no país vem de fontes renováveis.
A distribuição dessas fontes é a seguinte:
Entre os países do G20, o Brasil está entre os três que cumpriram todas as metas de redução de emissões de carbono.
Apesar desse cenário positivo, ainda existem desafios importantes.
Um deles é o aumento da demanda por energia, impulsionado pelo crescimento populacional e pelo desenvolvimento econômico.
Outro desafio está relacionado à dependência das grandes hidrelétricas, que podem sofrer impactos em períodos de estiagem e seca prolongada.
Também existem limitações geográficas e ambientais para a construção de novas grandes usinas hidrelétricas.
Por isso, um dos principais objetivos da transição energética é diversificar a matriz energética brasileira, ampliando a participação de outras fontes renováveis.
Nos últimos anos, o governo brasileiro tomou medidas importantes para incentivar a geração distribuída no país.
Esse modelo foi regulamentado inicialmente pela Resolução Normativa nº 687/2015, da ANEEL, e posteriormente fortalecido pelo Marco Legal da Geração Distribuída, aprovado em 2022.
Essas regulamentações trouxeram diretrizes importantes para o setor elétrico, promovendo:
Com esse modelo, mini e microgeradores podem produzir energia e transformar o excedente em créditos, que são compensados na conta de energia dos consumidores.
A FIT Energia, empresa do grupo Santanderl, atua justamente nesse novo modelo de geração de energia.
Por meio da geração distribuída e da parceria com usinas e produtores de energia, a FIT consegue ampliar o acesso a uma energia limpa, renovável e mais acessível.
Esse modelo permite que milhares de brasileiros reduzam o valor da conta de luz sem precisar instalar equipamentos ou custos de adesão e mensalidade.
Assim, a FIT Energia contribui diretamente para acelerar a transição energética no Brasil, tornando a energia renovável mais acessível para residências e empresas.
Você também pode participar da transição energética brasileira.
Hoje já é possível consumir energia renovável de forma simples, sem obras e sem investimento.
Basta realizar seu cadastro no site da FIT Energia e seguir o fluxo de adesão.
Com isso, você pode começar a economizar na conta de luz, ao mesmo tempo em que contribui para um futuro energético mais sustentável.
Obrigada pela leitura!
A FIT ajuda residências e empresas a reduzir custos com energia solar e eficiência energética.
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